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A História da Qualidade

6 de janeiro de 2012

A história da qualidade

Antes de falarmos sobre as ferramentas que utilizaremos para análise e solu-ção de nossos problemas é necessário que conheçamos a história da qualidade.

1700 – 1900

A qualidade é grandemente determinada pelos esforços de um artesão individu-al. Eli Whitney introduz partes padronizadas, intercambiáveis para simplificar a montagem.

1875

Frederick W. Taylor introduz os princípios do “Gerenciamento Científico” para dividir o trabalho em unidades menores, mais facilmente realizadas – a primeira abordagem para tratar de produtos e processos mais complexos. Focalizava-se a produtividade. Contribuidores posteriores foram Gilbreth e Gantt.

1900 – 1930

Henry Ford – a linha de montagem – maior refinamento dos métodos de trabalho para melhorar a produtividade e qualidade. Ford desenvolveu os conceitos erro-prova de amostragem, a auto-inspeção, a inspeção durante o processo.

1901

Estabelecimento dos primeiros laboratórios de padrões na Inglaterra.

1907 – 1908

AT&T inicia a inspeção e o teste sistemáticos de produtos e materiais.

1908

W.S. Gosset (escrevendo como “Student”) introduz a distribuição t de Student – resultado de seu trabalho em controle da qualidade na Cervejaria Guiness.

1915 – 1919

WWI – O governo britânico inicia um programa de certificados ao fornecedor.

1919

Forma-se na Inglaterra, a Tecnhical Inspection Association (Associação de Ins-peção Técnica); mais tarde, essa se torna o Institute of Quality Assurance (Insti-tuto de Garantia da Qualidade).

1920

AT&T Bell Laboratories formam um departamento de qualidade – enfatizando qualidade, inspeção e teste, e a confiabilidade do produto.
B.P. Dudding da General Eletric, na Inglaterra, usa métodos estatísticos para controlar a qualidade de lâmpadas.

1922 – 1923

R. A. Fisher publica uma série de artigos fundamentais sobre planejamento de experimentos e suas aplicações às ciências da agriculta.

1924

Walter A Shewhart introduz o conceito de gráfico de controle em um memo-rando técnico do Bell Laboratories.

1928

A metodologia de amostragem de aceitação é desenvolvida e refinada por H.F. Dodge e H.G. Romig, no Bell Laboratories.

1931

Walter A. Shewhart publica Economic Control of Quality of Manufactured Product – onde delineia métodos estatísticos para uso na produção e gráficos de controle.

1932

Walter A. Shewhart profere conferências na Universidade de Londres sobre mé-todos estatísticos na produção e gráficos de controle.

1932 – 1933

A indústria têxtil e de lã da Inglaterra e a indústria química da Alemanha come-çam a usar experimentos planejados para o desenvolvimento de produto e pro-cesso.

1933

A Royal Statistical Society (Sociedade Real de Estatística) constitui a Industrial and Agricultural Research Section (Seção de Pesquisa Industrial e Agrícola).
1938

William E. Deming convida Shewhart para apresentar seminários sobre gráficos de controle na U.S Department of Agriculture Graduate School (Escola de Gra-duação do Departamento Americano de Agricultura).
1940

O U.S. War Department (Departamento de Guerra Americano) publica um guia para o uso de gráficos de controle na análise de dados de processos.

1940 – 1943

Bell Labs desenvolve os precursores dos planos militares por amostragem-padrão para o Exército Americano.

1942

Forma-se na Inglaterra, o Ministry of Supply Advising Service on Statistical Methods and Quality Control (Ministério de Aconselhamento sobre Métodos Estatísticos e Controle da Qualidade.

1942 – 1946

Cursos de treinamento sobre controle estatístico da qualidade são oferecidos à indústria ; formam-se, na América do Norte, mais de 15 sociedades de qualida-de.

1944

Inicia-se a publicação de Industrial Quality Control (Controle de Qualidade In-dustrial).

1946

Forma-se a American Society for Quality Control (ASQC) (Sociedade Ameri-cana para o Controle da Qualidade) através da fusão de várias sociedades de qualidade.
Deming é convidado a ir ao Japão pela Economic and Scientific Services Sec-tion of the U.S. War Department para ajudar as forças de ocupação na recons-trução da indústria japonesa.
Forma-se a Japanese Union of Scientists and Engineers (JUSE) (União Japonesa de Cienstistas e Engenheiros).

1946 – 1949

Deming é convidado a ministrar seminários sobre controle estatístico da quali-dade para a indústria japonesa.

1948

O professor G. Taguchi inicia o estudo e a aplicação do planejamento de expe-rimentos.

1950

Deming inicia a instrução de gerentes industriais japoneses; os métodos de con-trole estatístico da qualidade começam a ser ensinados em todo o Japão.

1950

Surgem os textos clássicos sobre controle estatístico da qualidade de Eugene Grant e A. J. Duncan.

1951

Dr. Armand V. Feigenbaum publica a primeira edição de seu livro Total Quality Control (Controle da Qualidade Total), JUSE institui o “Prêmio Deming” para resultados significativos em controle e metodologia da qualidade.

1951

G. E. P. Box e K.B. Wilson publicam trabalho fundamental sobre o uso de ex-perimentos planejados e a metodologia da superfície de resposta para a otimiza-ção do processo; o foco é a indústria química. Depois disso, aumentam continu-amente as aplicações do planejamento de experimentos na indústria química.

1954

Joseph M. Juran é convidado pelos japoneses a proferir conferências sobre ge-renciamento e melhoria da qualidade. O Estatístico britânico E. S. Page introduz o gráfico de controle de soma cumulativa (CUSUM).

1957

Primeira edição de Quality Control Handbook (Manual de Controle da Quali-dade) livro de Joseph M. Juran e F. M. Gryna.

1959

Lançamento da Technometrics (uma revista de estatística para as ciências físi-cas, químicas e de engenharia: J. Stuart Hunter é o editor – fundador.
S. Roberts introduz o gráfico de controle da média móvel exponencialmente ponderada.
O programa espacial tripulado americano torna a indústria consciente da neces-sidade de produtos confiáveis; o campo da Engenharia de Confiabilidade cresce a partir de então.

1960

G. E. P. Box e J. S . Hunter escrevem artigos fundamentais sobre desenhos fato-riais 2 ^ (k-p).
O conceito de Círculo de Controle de Qualidade ( CCQ ) é introduzido no Japão por Kaoru Ishikawa

1961

Forma-se na Inglaterra, o National Council for Quality and Productivity (Con-selho Nacional para a Qualidade e Produtividade), como parte do British Pro-ductivity Council (Conselho Britânico de Produtividade).

1961

Cursos sobre controle estatístico da qualidade tornam-se presentes nos currícu-los acadêmicos de engenharia industrial.
Os programas zero defeitos são introduzidos em algumas indústrias americanas.

1969

Cessa a publicação do Industrial Quality Control, substituído por Quality Pro-gress e Journal of Quality Technology (Dr. Lloyd S. Nelson é o editor – funda-dor do JQT).

1970

Na Inglaterra, O NCQP e o Institute of Quality Assurance se fundem para for-mar a British Quality Association (Associação Britânica da Qualidade).

1975 – 1978

Começam a surgir livros sobre planejamento de experimentos orientados para engenheiros e cientistas.
Começa a surgir nos Estados Unidos o interesse pelos Círculos de Controle de Qualidade ( CCQ)- o que desemboca no movimento do gerenciamento da Qua-lidade Total.

1980

Os métodos de planejamento experimental são introduzidos e adotados por um grande grupo de organizações, incluindo as indústrias eletrônica, aeroespacial, de semicondutores e automotiva.

1984

A American Statistical Association (ASA – Sociedade Americana de Estatística) estabelece o Ad Hoc Committee on Quality and Productivity (Comitê Ad hoc sobre Qualidade e Produtividade); mais tarde ele se torna uma seção da ASA.

1986

Box e outros visitam o Japão, notando o uso extensivo do planejamento de ex-perimentos e de outros métodos estatísticos.

1988

O Malcolm Baldrige National Quality Award (Prêmio Nacional Malcolm Bal-dridge de Qualidade) é instituído pelo Congresso Americano.

1989

Surge a Revista Quality Engineering (Engenharia da Qualidade)
Começa a iniciativa seis sigma da Motorola.

1990

Crescem as atividades de certificação em ISO 9000 na indústria Americana; cresce continuamente o número de concorrentes ao Prêmio Baldrige; muitos es-tados americanos patrocinam prêmios de qualidade com base nos critérios do prêmio Baldrige.

1995

Muitos programas de graduação em engenharia exigem cursos formais sobre técnicas estatísticas, com ênfase em métodos básicos para caracterização e me-lhoria do processo;

1997

A abordagem seis-sigma da Motorola se espalha para outras indústrias.

1998

A American Society for Quality Control (Sociedade Americana para o Controle da Qualidade) se torna a American Society for Quality (Sociedade Americana para a Qualidade), tentando indicar aspectos mais amplos para o campo da me-lhoria da qualidade.

CUIDADOS NA HORA DE CONTRATAR UMA EMPRESA DE CONSULTORIA

27 de abril de 2011

Qualidade no Serviço Público

27 de abril de 2011

“A IMPLANTAÇÃO DA ISO-9001 NA SUBPREFEITURA DE ERMELINO MATARAZZO”

  A prefeitura da cidade de São Paulo é dividida em 31 subprefeituras com objetivo de aproximar o poder público municipal a comunidade.

Uma das subprefeituras é a de Ermelino Matarazzo que tem como responsável dês de 2005 o Subprefeito EngºEduardo Camargo Afonso, oriundo dos quadros da Empresa de Saneamento Básico e Ambiental do Estado de São Paulo – SABESP, pós-graduado nas áreas de Gestão Estratégica da Qualidade e em Gerenciamento de Recursos Ambientais.

Em 2006 o subprefeito Eduardo aplicou seus conhecimentos e experiências na melhoria de condições de trabalho, dando conforto e espaço para os servidores com a mudança da sede da Subprefeitura para um espaço maior, com equipamentos e mobiliários mais modernos o que contribuiu para a qualidade no atendimento a comunidade.

Em2007 aSecretaria de Coordenação das Subprefeituras – SMSP decidiu pela implantação do Programa de Qualidade, simultaneamente em toda a Secretaria.

A primeira ferramenta de gestão a ser implementada foi o programa 5S o qual tem como estratégia abrir corações e mentes para as mudanças planejadas no intuito de modernizar a gestão. Junto a essa estratégia  a definição de servidores para atuarem como facilitadores da qualidade, capacitação segundo os critérios de excelência da Fundação Nacional para a Qualidade, realização de auto-avaliação segundo a ferramenta do GESPÚPLICA – Programa de Qualidade da Gestão Pública, padronização dos principais processos operacionais e com a busca da certificação conforme as normas da ISO 9001, dentre outros.

Desde a definição dessa estratégia a Subprefeitura Ermelino Matarazzo vem trabalhando  no sentido da viabilização da melhoria da qualidade de sua gestão. Em 2008 e 2009, participou da avaliação externa do Instituto Paulista de excelência na Gestão – IPEG resultando na conquista do Prêmio Paulista de Qualidade da Gestão, na categoria “Órgão Público da Administração” no segundo ano de sua participação.

Para 2011 o destaque é para a padronização e preparação na busca da certificação ISO 9001:2008 no processo da Praça de Atendimento atendendo a meta 208 da agenda 2012 Paulista. O trabalho está sendo conduzido pela empresa Learn Businnes, consultoria vencedora do processo de licitação, com larga experiência em organizações públicas, o que vem proporcionando oportunidade ímpar de mobilização dos servidores na melhoria dos processos de trabalho e exelencia no atendimento aos cidadãos.

EMPRESA DE CONSULTORIA EM QUALIDADE

4 de janeiro de 2011

Saiba como funciona uma consultoria em qualidade http://www.youtube.com/watch?v=DkvMR9PEs94

Anvisa precisa se reestruturar para cumprir suas próprias normas

18 de agosto de 2010

Recente publicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a resolução RDC 57/2009, torna obrigatório o registro de insumos farmacêuticos ativos utilizados para a fabricação de medicamentos no Brasil.

 Como se pode evidenciar, o universo regulatório da agência abarca cada vez mais setores da economia, sem uma estrutura adequada para suprir essas demandas. Consta que, existem hoje, em torno de 12 mil pedidos de registro pendentes de análise pela Anvisa.

Ou seja, são inúmeras empresas que deixam de colocar no mercado produtos da área médica, alimentícia, produtos para saúde (correlatos), cosmética e saneantes, entre outras, que poderiam movimentar positivamente a economia, com conseqüente geração de novos empregos. De acordo com a Lei nº 6.360/76, artigo 12, § 3º, a agência tem um prazo de 90 dias para proceder aos registros de produtos. No caso específico de alimentos, o Decreto-Lei 986/69 determina prazo ainda menor – de 60 dias. Mas, o prazo raramente é cumprido causando prejuízos incalculáveis às empresas e por conseqüência, à economia.

A lentidão não se restringe apenas a uma gerência da Anvisa, mas a quase todas que cuidam de registros, com raras exceções. Tais atrasos, de até 2 anos, causam preocupações presentes – e futuras – a dirigentes de entidades dos setores regulados, em geral, e de produtos médicos, em particular. No último setor acima mencionado, a preocupação está focada na Resolução RDC 25, publicada pela agência em junho passado – que referenda o conteúdo da RDC 59/2000 -, e que entra em vigor em maio de 2010.

A mencionada resolução obriga as empresas do segmento saúde a apresentarem o Certificado de Boas Práticas no momento do pedido de registro de produtos – ou de sua revalidação – junto à agência. Na prática, sem o Certificado de Boas Práticas, o pedido de registro não é deferido. Acontece que, para obter a certificação, as mais de 5 mil empresas que atuam no setor de produtos para saúde – inclusive aquelas que têm plantas fora do Brasil – precisam ser inspecionadas por fiscais da Anvisa, que até a edição da RDC 25 aceitava a ISO 13485, norma internacionalmente válida, e internacionalizada em nosso país como norma NBR, justamente como Certificação de Boas Práticas de Fabricação. Consta que hoje, a Anvisa dispõe de apenas 9 técnicos para realizarem essas inspeções, que devem ser feitas em dupla, levam em torno de oito dias para ser concluídas e são válidas por um ano, a um custo de R$ 37 mil por inspeção. Como são 5 mil empresas, apenas no Brasil, para serem inspecionadas, não é preciso calcular muito para ver a tarefa que a Anvisa tem pela frente e o gargalo que será formado.

Não se trata aqui, de ser contra a Certificação de Boas Práticas, princípio já adotado com sucesso em inúmeros países. Mas cabe questionar o porquê da não aceitação pela Anvisa da mencionada certificação por meio da ISO 13485, norma válida e aplicada internacionalmente.

Ou ainda, do porquê da agência não se reestruturar primeiro, para depois colocar em vigor a RDC 25. Sabe-se também, que a Anvisa está preparando técnicos de outras áreas do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária – Estados e Municípios – ou mesmo de universidades para realizarem as inspeções. Apesar disso, com a entrada em vigor da RDC 25, em maio de 2010, as empresas temem por prejuízos em seus negócios e suas possíveis consequências aos consumidores – pacientes – finais. Vale lembrar que as empresas que atuam no segmento saúde têm boa parte de suas vendas direcionadas ao setor público, o que implica, necessariamente, em sua participação em licitações públicas do Ministério da Saúde para poderem fornecer ao SUS.

E sem a certificação, e de acordo com as regras atuais, estão impedidas de participar. Consequentemente, a população brasileira ficará sem acesso a produtos de tecnologia e qualidade internacionalmente comprovadas, e haverá uma alta nos custos de produtos e insumos especiais para saúde, onerando, inclusive, os cofres públicos.

CURSO ISO

15 de julho de 2010

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  • Liderança, Gerenciamento e Tomada de Decisão (16h)
  • Planejamento Estratégico da Qualidade: Indicadores de Desempenho (16h)

Qualidade/Estatística

  • CEP – Controle Estatístico do Processo (2ª Edição) (32h)
  • Atualização em Controle Estatístico do Processo (2ª Edição) (08h)
  • CEP I - Controle Estatístico do Processo(24h)
  • CEP II - Controle Estatístico do Processo Avançado (24h)
  • CEP para Pequenos Lotes/Processos Contínuos (08h)
  • CEP Controle Estatístico do Processo Operacional (Para Operadores/Supervisores) (08h)

 

Sistema de Medição

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Ferramentas da Qualidade

  • APQP (2ª Edição): Planejamento Avançado da Qualidade (16h)
  • PPAP (4ª Edição): Processo de Aprovação de Peça de Produção (08h)
  • Como Atender ao Requisito 7.3 – Projeto e Desenvolvimento da ISO 9001:2008 (08h)
  • FMEA – Análise do Modo e Efeito Das Falhas (4ª Edição) (16h)
  • (Novo) FMEA – Atualização dos Conceitos para a 4ª Edição (04h)
  • QFD – Desdobramento da Função Qualidade (08h)
  • Ferramenta para a Qualidade (MASP) / Melhoria Contínua (16h)
  • Qualificação e Desenvolvimento de Fornecedores (16h)
  • Custos da Qualidade (08h)
  • 5S’s / Housekeeping (08h)
  • Gestão da Qualidade (16h)

 

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5 de julho de 2010

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